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Turnki
Memorando de Mercado

A Cadeira Vazia

Vender uma casa sem agência imobiliária: a matemática, os seis passos e a verificação que tornou a transacção directa o caminho mais seguro.

Por Hugo Ferreira, CEO da Turnki·Julho de 2026·19 min de leitura

Prefácio

No primeiro memorando descrevi uma cadeira vazia. Uma escritura em Cascais, cinco cadeiras à mesa, e a quinta, onde o agente costumava sentar-se, desocupada. Esse memorando explicava porque é que a cadeira vai ficar vazia. Este explica como se caminha até ela.

Escrevo-o porque a pergunta que mais recebo, de proprietários, de promotores, de investidores, é sempre a mesma com três verbos diferentes. Posso vender a minha casa sem agência? Devo? Consigo fazê-lo em segurança?

Passei vinte anos do lado de quem paga as comissões, com mais de 1,6 mil milhões de euros em transacções geridas. Nos primeiros anos assumi que a resposta era não. Os anos seguintes ensinaram-me que a resposta sempre foi sim, e que o que faltava não era coragem nem conhecimento. Era infraestrutura.

Este memorando responde às três perguntas com números, com os seis passos da transacção e com um relato honesto do que mudou. Não é um manifesto contra a mediação. É um manual de mercado sobre a alternativa que passou a existir.

Pode vender-se uma casa sem agência imobiliária?

Sim. Em Portugal, nenhuma lei obriga um proprietário a contratar uma agência ou um mediador para vender um imóvel. A venda entre particulares é plenamente legal. O proprietário anuncia, mostra, negoceia e assina; a escritura pública realiza-se num cartório notarial ou num balcão Casa Pronta, com um advogado ou solicitador a coordenar a documentação se o proprietário assim o entender. O que a lei exige é a verdade dos documentos e a forma do acto. Não exige a presença de um intermediário comercial.

Convém chamar ao modelo pelo nome: transacção directa. Uma transacção directa é aquela em que o proprietário e o comprador se encontram, negoceiam e fecham sem mediação comercial, apoiados nos profissionais que a lei realmente prevê, o notário e, quando escolhido, o advogado, e na infraestrutura que executa os restantes passos.

A pergunta certa nunca foi de legalidade. Foi de execução. Durante décadas, vender sem agência significava fazer à mão seis trabalhos diferentes, sem ferramentas para nenhum. É isso que mudou.

Quanto custa vender com agência, e quanto custa sem

Comece-se pela conta, porque é a conta que sustenta o resto.

Em Portugal, a comissão de mediação típica situa-se entre 5% e 8% do preço de venda, acrescida de IVA a 23%. Para a comparação assume-se o degrau de baixo, os 5%, que é o melhor caso do modelo tradicional. Numa casa de 300.000 euros são 15.000 euros, que com IVA se tornam 18.450. Quem os paga é o proprietário, e esquece-se com facilidade que, na prática, esse valor vive dentro do preço que o comprador suporta.

Agora a outra coluna. O custo real de infraestrutura de uma transacção, a soma do que o Estado e os profissionais efectivamente necessários cobram, ronda os 3.300 euros: certidões e registos, coordenação documental e jurídica, e o acto de escritura. Entre os 3.300 euros de custo real e os 15.000 a 24.000 cobrados antes de IVA vai um múltiplo de quatro a sete vezes. No primeiro memorando chamei-lhe portagem. A palavra mantém-se.

Casa de 300.000 euros
Com agência: comissão de 5% + IVA18.450 EUR
Transacção directa: 2.000 + 2% + IVA9.840 EUR
Fica com o proprietário8.610 EUR
Casa de 500.000 euros
Com agência: comissão de 5% + IVA30.750 EUR
Transacção directa: 2.000 + 2% + IVA14.760 EUR
Fica com o proprietário15.990 EUR
Casa de 700.000 euros
Com agência: comissão de 5% + IVA43.050 EUR
Transacção directa: 2.000 + 2% + IVA19.680 EUR
Fica com o proprietário23.370 EUR

Antes que a tabela convença depressa de mais, três ressalvas. O IVA a 23% está somado dos dois lados, porque o rigor exige as duas colunas com imposto. As linhas de 500 e 700 mil euros estão lá porque são valores perfeitamente correntes nas capitais, e porque uma comissão percentual cresce com o preço sem que o trabalho cresça com ela. E a linha da transacção directa já não é a venda feita em casa a custo zero; é a transacção executada sobre infraestrutura profissional, com verificação, contratos, pagamento protegido e coordenação do fecho incluídos, paga apenas quando a transacção acontece. Quem quiser o modelo integralmente manual pode aproximar-se dos 3.300 euros de custo bruto, ao preço de semanas do seu próprio tempo e do risco que descrevo adiante. E os números mudam de país para país; a lógica não. As comissões europeias de mediação drenam, consoante a metodologia, entre 175 e 275 mil milhões de euros por ano. Só na Península Ibérica excedem 7 mil milhões, repartidos por cerca de 750 mil transacções anuais.

A tabela deixa no ar a única pergunta que interessa. Se a diferença é esta, porque é que toda a gente continua a pagar as linhas da agência?

O que a tabela não mede: a exclusividade

E a tabela ainda só mede dinheiro. O contrato de exclusividade, prática corrente da mediação, cobra noutra moeda: autonomia. Assinar exclusividade é depositar a transacção do maior activo de uma vida na confiança de um terceiro que, com frequência, representa os dois lados do negócio. É ele quem escolhe que propostas mostrar, e quando. É ele quem decide quem visita a casa. É ele quem gere o calendário conforme os interesses da sua carteira, que não são necessariamente os do proprietário.

E é o proprietário quem fica à espera de uma chamada que não chega. O acompanhamento prometido na angariação transforma-se, depois da assinatura, em mais um imóvel na montra à espera dos contactos do anúncio. Quem já vendeu casa assim reconhece a cena.

Na transacção directa não há exclusividade porque não há nada para prender. O proprietário vê todas as propostas, decide quem entra e quando, e mantém a liberdade de mudar de caminho a qualquer momento. A poupança da tabela é o argumento visível; a devolução do controlo é o que vale mais.

Porque é que vender sem agência era difícil, e já não é

Porque uma transacção imobiliária não é um trabalho. São seis.

Anunciar. Visitar. Verificar. Assinar. Pagar. Fechar. Seis passos, e durante décadas não existiu uma única ferramenta profissional que os executasse de ponta a ponta para um particular. Os portais resolveram o primeiro passo e pararam aí: vendem audiência, não transacções. Tudo o resto ficava nas mãos de quem vendia. Agendar e conduzir visitas com desconhecidos. Confirmar quem é realmente o dono e quem tem de assinar. Redigir um contrato-promessa que proteja as duas partes. Movimentar um sinal de dezenas de milhares de euros entre estranhos. Coordenar certidões, prazos e a marcação da escritura.

A agência nunca foi contratada por trazer compradores. Foi contratada por ser a única forma embalada de fazer os outros cinco trabalhos.

E há um dado que desmonta o mito fundador do sector: 92% dos compradores começam a procura de casa online. A procura nunca foi o problema. Vender directo nunca falhou por falta de compradores; falhou por falta de infraestrutura. O intermediário não era uma profissão no sentido próprio do termo. Era um remendo sobre a infraestrutura que ninguém tinha construído.

Construímo-la. Uma plataforma que corre os seis passos: o anúncio com fotografia profissional, as visitas conduzidas em segurança, a verificação de pessoas e imóveis contra os registos oficiais, os contratos com assinatura digital qualificada, o sinal em circuito bancário protegido, e a coordenação do fecho por advogado até à escritura, que continua a ser o acto presencial que a lei portuguesa prevê. O proprietário decide o preço, recebe todas as propostas e escolhe. A plataforma não vende a casa de ninguém. Executa a transacção de quem vende.

O passo que mudou tudo: quando a verificação virou prova

Dos seis passos, cinco eram trabalho. Um era o muro.

Verificar um proprietário, os seus co-proprietários e todas as autorizações necessárias, o estado civil, o regime de bens, o consentimento do cônjuge, os ónus inscritos sobre o imóvel. É o trabalho que consome semanas de tempo de advogado numa transacção tradicional. É também a razão pela qual vender sem agência soava a risco: sem esta camada, cada parte confia na palavra da outra.

Automatizámos este trabalho a partir dos registos públicos oficiais. Não existia, e não existe, nenhuma API de mercado para estas fontes; a ligação foi construída de raiz. E há uma distinção que vale o memorando inteiro: a plataforma não se limita a confirmar uma declaração contra o registo. Vai buscar o próprio documento certificado. Mais do que verificar: provar. A verificação pode ser contestada. A prova não.

O resultado prático mede-se em tempo e em disputas que nunca chegam a existir. O que eram semanas passou a minutos, e cada transacção assenta em documentos oficiais obtidos na fonte, não em fotocópias trocadas por email. Foi este passo que tornou a transacção directa não apenas possível mas mais segura do que o processo que veio substituir. Numa transacção tradicional, a profundidade da verificação depende de quem a faz e do tempo que tem. Sobre infraestrutura, é a mesma em todas as transacções, sempre, porque está no código.

1. Anunciar

O anúncio de uma casa é um produto: fotografia, texto, preço e exposição. À mão, significa fotografar, escrever, publicar num portal e atender chamadas de curiosos e de agentes à procura de angariação. Sobre infraestrutura, significa uma sessão de fotografia profissional, um anúncio publicado com informação verificada e um filtro à entrada: só compradores identificados chegam ao passo seguinte. O preço é sempre do proprietário. Anunciar não custa nada; a remuneração da infraestrutura só existe por transacção.

2. Visitar

A visita é o momento mais humano e mais delicado do processo: estranhos dentro de casa. À mão, o proprietário gere sozinho a agenda, a presença e a segurança. Sobre infraestrutura, as visitas são agendadas na plataforma e conduzidas por profissionais preparados para o efeito, com identificação clara, de modo que o proprietário não tem de estar presente nem de abrir a porta a quem não foi verificado. O comprador visita com dignidade. O proprietário mantém o controlo sem carregar a logística.

3. Verificar

O coração, descrito acima. Identidade das partes com verificação reforçada, titularidade e ónus do imóvel confirmados nos registos oficiais, estado civil e consentimentos de quem tem de consentir. À mão, é a fase das semanas e dos sustos. Sobre infraestrutura, é a fase dos minutos e dos documentos certificados. É o passo que protege o comprador tanto quanto o proprietário, e é por isso que nenhuma proposta avança sem ele.

4. Assinar

Em Portugal, o contrato-promessa de compra e venda, o CPCV, fixa preço, prazos, sinal e condições. À mão, exige um advogado que o redija e duas agendas que se encontrem. Sobre infraestrutura, o contrato é gerado a partir dos dados verificados e assinado com assinatura digital qualificada, com plena força legal ao abrigo do regulamento europeu eIDAS e da Chave Móvel Digital. Três transacções reais já fecharam sobre estes carris, a mais rápida com escritura trinta dias depois do anúncio.

5. Pagar

O sinal é o momento em que dezenas de milhares de euros mudam de mãos entre pessoas que se conheceram há três semanas. À mão, é uma transferência assente na confiança. Sobre infraestrutura, o valor circula em circuito bancário protegido, processado sobre carris de pagamento institucionais, documentado e associado ao contrato. Ninguém pede a ninguém um acto de fé.

6. Fechar

A escritura pública é, e continua a ser, um acto presencial perante notário. Nenhuma plataforma séria promete o contrário, e o leitor fará bem em desconfiar de quem prometer. O que a infraestrutura faz é tudo o que rodeia o acto: reunir certidões, validar prazos, coordenar o advogado que acompanha as partes e deixar a marcação pronta. O fecho é o passo em que o Estado entra na sala. O trabalho da infraestrutura é garantir que, quando entra, está tudo em cima da mesa.

É seguro? As cinco fraudes clássicas e o que lhes acontece

A pergunta da segurança merece resposta pela negativa: o que costuma correr mal numa venda entre particulares sem rede, e o que a infraestrutura faz a cada risco.

O falso proprietário, que anuncia o que não é seu, cai na verificação de titularidade feita na fonte, antes de qualquer visita. O cônjuge ou co-proprietário esquecido, que aparece depois do contrato para o anular, é apanhado a montante, na verificação de estado civil, regime de bens e consentimentos. O imóvel com hipotecas ou penhoras não declaradas não sobrevive à certidão obtida directamente do registo, em vez da palavra de quem vende. O sinal transferido para a conta errada, ou para a conta certa da pessoa errada, não tem caminho num circuito de pagamento onde os fundos se movem associados a um contrato e a identidades verificadas. E o comprador fantasma, que ocupa visitas e agendas sem meios nem intenção, fica retido no filtro de identificação à entrada.

Nada disto é teoria de brochura. É a razão de ser da arquitectura. Numa transacção tradicional, estes riscos são geridos por diligência humana, que varia; sobre infraestrutura, são eliminados por desenho, da mesma forma, em todas as transacções. É legítimo perguntar se vender sem agência é seguro. Depois de ver o processo, a pergunta inverte-se: com que verificação fechou a sua última compra?

Porquê agora

Quatro relógios bateram ao mesmo tempo, e nenhum volta atrás.

A lei tornou-se digital. O regulamento eIDAS e a Chave Móvel Digital deram às assinaturas qualificadas plena força jurídica em toda a União Europeia, e os contratos de uma transacção imobiliária assinam-se hoje com validade total sem uma única deslocação.

Os registos abriram-se. As fontes oficiais de titularidade e de situação fiscal tornaram-se digitalmente alcançáveis em Portugal, um dos poucos países europeus onde a centralização dos registos permite automatizar a prova. Foi aqui que a infraestrutura se tornou construível, e é por isso que começou aqui.

O comprador mudou. A maioria é hoje digital por defeito: começa online, compara online, e aceita cada vez pior que a maior compra da sua vida seja a única que a obriga a regressar ao papel e ao telefone.

E o sinal veio de fora. Nos Estados Unidos, o acordo pós-NAR está a desmontar em tempo real a estrutura de comissões fixas que sustentou o modelo durante um século. O colapso do modelo deixou de ser uma tese. Passou a ser notícia.

Quando a lei, os registos, o comprador e o precedente internacional apontam na mesma direcção, a variável que resta é quem constrói primeiro.

As perguntas que restam

Como sei o preço certo sem agência? Da mesma forma que a agência sabe: pelos comparáveis. Preços de venda efectivos na zona, área, estado e exposição. A diferença é que hoje esses dados estão ao alcance do proprietário, e um preço fixado com dados e sem pressa vale mais do que um preço sugerido por quem é pago para fechar depressa.

Consigo negociar sozinho? Melhor do que pensa, por uma razão simples: recebe todas as propostas, sem filtro. No modelo tradicional, as propostas passam por um intermediário que representa as duas partes e decide o que mostrar e quando. Em transacção directa, a informação chega inteira, e quem tem a informação inteira negoceia de igual para igual.

Quanto tempo demora? Depende do preço e do mercado, como sempre dependeu. O que encurta é a parte administrativa: a verificação que levava semanas faz-se em minutos, e o caminho do contrato à escritura fica coordenado. A transacção mais rápida fechada sobre estes carris foi do anúncio à escritura em trinta dias, mas pode acontecer em metade do tempo: depende apenas das partes e da rapidez em reunir a documentação.

E compradores estrangeiros? São o argumento mais forte a favor da verificação, não contra. Identidade confirmada com verificação reforçada, fundos em circuito bancário documentado, contratos com assinatura qualificada válida em toda a União. Um comprador internacional verificado é um bom comprador; um comprador internacional não verificado é um risco em qualquer modelo.

O notário desaparece? Não, nem deve. O notário e o advogado são a intermediação que a lei prevê e que a arquitectura respeita. A escritura é presencial e assim continuará enquanto o Estado o determinar. O que desaparece é a camada comercial que cobrava uma percentagem pelo que estava entre o anúncio e a escritura.

E se eu preferir mesmo delegar tudo numa agência? É uma escolha legítima, e haverá sempre quem a faça, sobretudo quem valorize delegar por completo. Este memorando não defende que a mediação vai desaparecer. Defende que deixou de ser obrigatória na prática, como nunca o foi na lei, e que a alternativa passou a ser mais barata e mais verificada.

Quanto custa experimentar? Anunciar não custa nada. A remuneração da infraestrutura, 2.000 euros fixos mais 2% do preço, com mínimo de 4.000 euros na parte variável, acresce de IVA e só existe por transacção: numa casa de 300.000 euros, 9.840 euros com IVA, contra 18.450 no modelo tradicional. Se a casa não transaccionar, o custo foi zero. A conta exacta para o seu caso está no simulador em turnki.eu.

Que documentos são precisos para vender uma casa? Os habituais em Portugal: certidão permanente do registo predial, caderneta predial, licença de utilização, certificado energético e, conforme o imóvel, ficha técnica de habitação e documentação do condomínio. É a papelada que assusta no papel e deixa de assustar quando a infraestrutura a reúne e valida por si: é exactamente esse o trabalho do passo de verificação.

Vale a pena assinar exclusividade com uma agência? É uma decisão de cada proprietário, mas convém tomá-la sabendo o que se entrega: o controlo das propostas, das visitas e do calendário, durante meses, a quem pode representar também o comprador. A transacção directa existe precisamente para que essa troca deixe de ser o preço de vender.

Isto já funciona, ou é uma promessa? Funciona. Três transacções reais fecharam de ponta a ponta sobre esta infraestrutura, por três canais diferentes, a terceira de forma orgânica, com escritura trinta dias depois. Noventa e cinco por cento dos utilizadores, em mais de quarenta sessões de teste, preferiram o processo, e 217 advogados inscreveram-se organicamente para acompanhar transacções. Os carris existem. O mercado é que ainda está a dar por eles.

O que isto significa

Uma última clarificação, na linha do primeiro memorando, porque a honestidade intelectual é o que dá valor ao resto.

Isto não é um manifesto contra a intermediação. Alguma intermediação é estruturalmente necessária: os advogados ficam, os notários ficam, por razões que a arquitectura respeita e não pretende substituir. Também não é a previsão da morte das agências. Muitas continuarão a operar, sobretudo nos segmentos em que o proprietário escolhe activamente delegar. A afirmação é outra. A posição deixou de governar a transacção. A infraestrutura governa.

A cadeira do primeiro memorando continua à mesa, em Cascais e em cada cartório do país. A diferença é que agora se sabe exactamente como se caminha até ela: seis passos, todos executáveis, todos verificados, todos mais baratos. Ao intermediário só faltava uma coisa que ninguém tinha construído. Software.

Nota metodológica: os valores de comissão usam o intervalo praticado em Portugal (4% a 6%, acrescidos de IVA) sobre um exemplo de 300.000 euros; o custo de infraestrutura da transacção agrega certidões, registos, coordenação jurídica e acto de escritura a valores correntes; as estimativas europeias e ibéricas seguem a metodologia do memorando A Última Portagem da Europa. Este memorando é informação de mercado, não aconselhamento jurídico; em cada transacção, as partes são acompanhadas por advogado.

Hugo Ferreira
CEO, Turnki